segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Os Herdeiros de Joana, de Teresa Gonzalez


1-Gostei? Não Gostei? Porque?


Gostei porque o livro e interessante e fala de problemas de drogas e suicidios.


2-Com que personagem me identifiquei mais?E menos?


Nenhuma.


3-O momento mais emocionante.


Quando o pai dela le as cartas.


4-Oque modarias neste texto?


Nada.


5-Sintese do texto (max:100p.)


Havia uma familia cuja filha morreu.O pai, a mãe e o irmão tentaram lidarcom a morte de Joana, o que originou uma discussão de familia. Todos entraram em depressão precisando de ajuda de um psicólogo. O pai de Joana chama dois amigos da filha para poder conhecer-la este tema é uma obsessão para ele. A mãe e o pai de Joana discutem. O pai de Joana vai à escola da filha para dar a lua de Joana, assim solucionando o maior dos problemas. Joana ia ser, finalmente enterrada nos corações.


6-Prova que o livro e texto dramatico?


O texto esta dividido em actos, cenas e cenarios.

Os nomes antecedem as personagens antes das falas. Dialogo.

As personagens estão em constante conflito.

Numero pequeno de personagensem palco.



Acto:I

Cena:4

Acto:II

Cena:1

Acto:III

Cena:2

Acto:IV

Cena:1

Acto:V

Cena:3

Acto:VI

Cena:1


Caracteristicas:

Escrito em prosa ou em verso

O narrador não existe, em sua substituição temos as didascalias

Personagens principais , secundárias e figurantes

Palco com limitações fisícas

Duração mais ou menos 2 horas

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Portefolio Digital LP 3º Momento


"E cravou o punhal no coração."

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Mensagem de Natal



Desejo-vos um Feliz Natal e um bom Ano Novo

Festa do Pinheiro

José Maria de Eça de Queirós nasceu na Povoa de Varzim em Novembro de 1845,foi baptizado na Igreja Matriz de Vila do Conde. Filho de José Maria Teixeira de Queirós, e de Carolina Augusta Pereira d'Eça.

Nessa altura, foi internado no Colégio da Lapa, no Porto, de onde saiu em 1861, com dezasseis anos, para a Universidade de Coimbra onde estudou direito. Além do escritor, os pais teriam mais seis filhos.


Em 1866, Eça de Queirós terminou a Licenciatura em Direito na Universidade de Coimbra e passou a viver em Lisboa, exercendo a advocacia e o jornalismo. Foi director do periódico O Distrito de Évora. Porém continuaria a colaborar esporadicamente em jornais e revistas ocasionalmente durante toda a vida. Mais tarde fundaria a Revista de Portugal
Em 1869 e 1870, Eça de Queirós fez uma viagem de seis semanas ao Oriente (de 23 de Outubro de 1869 a 3 de Janeiro de 1870), em companhia de D. Luís de Castro, 5.º Conde de Resende, irmão da sua futura mulher, Emília de Castro, tendo assistido no Egipto à inauguração do canal do Suez. Visitaram, igualmente, a Palestina. Aproveitou as notas de viagem para alguns dos seus trabalhos, o mais notável dos quais O mistério da estrada de Sintra, em 1870, e A relíquia, publicado em 1887. Em 1871, foi um dos participantes das chamadas Conferências do Casino.
Em 1870 ingressou na Administração Pública, sendo nomeado administrador do Concelho de Leiria. Foi enquanto permaneceu nesta cidade, que Eça de Queirós escreveu a sua primeira novela realista, O Crime do Padre Amaro, publicada em 1875.
Tendo ingressado na carreira diplomática, em 1873 foi nomeado cônsul de Portugal em Havana. Os anos mais produtivos de sua carreira literária foram passados em Inglaterra, entre 1874 e 1878, durante os quais exerceu o cargo em Newcastle e Bristol. Escreveu então alguns dos seus trabalhos mais importantes, como A Capital, escrito numa prosa hábil, plena de realismo. Manteve a sua actividade jornalística, publicando esporadicamente no Diário de Notícias, em Lisboa, a rubrica «Cartas de Inglaterra». Mais tarde, em 1888 seria nomeado cônsul em Paris.
Seu último livro foi A Ilustre Casa de Ramires, sobre um fidalgo do século XIX com problemas para se reconciliar com a grandeza de sua linhagem. É um romance imaginativo, entremeado com capítulos de uma aventura de vingança bárbara que se passa no século XII, escrita por Gonçalo Mendes Ramires, o protagonista. Trata-se de uma novela chamada A Torre de D. Ramires, em que antepassados de Gonçalo são retratados como torres de honra sanguínea, que contrastam com a lassidão moral e intelectual do rapaz.

Foi também o autor da Correspondência de Fradique Mendes e A Capital, obra cuja elaboração foi concluída pelo filho e publicada, postumamente, em 1925. Fradique Mendes, aventureiro fictício imaginado por Eça e Ramalho Ortigão, aparece também no Mistério da Estrada de Sintra.
Obras
O mistério da estrada de Sintra (1870)
O Crime do Padre Amaro (1875)
A tragédia da rua das flores (1877-78)
O Primo Basílio (1878)
O mandarim (1880)
As minas de Salomão (1885)
A relíquia (1887)
Os Maias (1888)
Uma campanha alegre (1890-91)
O tesouro (1893)
A Aia (1894)
Adão e Eva no paraíso (1897)
Correspondência de Fradique Mendes (1900)
A Ilustre Casa de Ramires (1900)
A cidade e as serras (1901, póstumo)
Contos (1902, póstumo)
Prosas bárbaras (1903, póstumo)
Cartas de Inglaterra (1905, póstumo)
Ecos de Paris (1905, póstumo)
Cartas familiares e bilhetes de Paris (1907, póstumo)
Notas contemporâneas (1909, póstumo)
Últimas páginas (1912, póstumo)
A Capital (1925, póstumo)
O conde de Abrunhos (1925, póstumo)
Alves & Companhia (1925, póstumo)
Correspondência (1925, póstumo)
O Egipto (1926, póstumo
Morreu em 16 de Agosto de 1900 na sua casa de Neuilly, perto de Paris. Está sepultado em Santa Cruz do Douro.
A Aia: Resumo
Era uma vez um rei que partiu para a batalha deixando a rainha e um filhinho sós.
Durante a batalha, o rei morreu a beira do grande rio. A rainha chorou a morte do rei, do esposo e do pai. O tio, irmão bastardo do rei, soube da notícia e atacou o reino. A Aia apercebeu-se do que se estava a passar, pegou no principezinho e trocou-o de berço. O tio levou o bebe pensando que levava o príncipe ao tentar fugir, foi morto pelos guardas. O capitão dos guardas trouxe a notícia a rainha da morte do tio bastardo e do príncipe.
A Aia mostrou a rainha que trocou os meninos e a rainha, alegre, quis recompensar a Aia por o que ter feito.
A rainha levou a Aia ate a sala dos tesouros para ela escolher o que queria. A Aia pegou num punhal e disse:
-Salvei o meu príncipe, e agora… vou dar de mamar ao meu filho.
E cravou o punhal no coração